Sobre a Reforma Administrativa

fevereiro 17, 2021 - Notícias

Nós, servidores, estamos cansados de ouvir que os únicos que defendem as medidas necessárias ao distanciamento social são os servidores públicos, porque os nossos salários estão “garantidos”.
Não somos os vilões da quarentena ou da crise brasileira. Inclusive, em tempos de pandemia, muitos servidores públicos encontram-se totalmente expostos, na linha de frente. São os servidores da saúde, os cientistas pesquisadores, os servidores da segurança, e da infraestrutura. Outros, como os profissionais da Educação, continuam trabalhando em “home office” e não ganharam nenhum adicional para compra de equipamentos, internet de melhor qualidade etc.
A estabilidade dos servidores não é um privilégio. É um direito garantido constitucionalmente. Em contrapartida, não temos direito ao FGTS.
O percentual que descontamos para o Rioprevidência já é de 14% do salário bruto. Não sonegamos impostos e nem temos isenção. Nosso imposto de renda é descontado diretamente na fonte, todos os meses (isso, quando se ganha o suficiente para ter desconto de IR – grande parte dos Servidores Públicos recebe um salário mínimo, ou um pouco mais que isso).
Alguns políticos e meios de comunicação dizem que a crise nas finanças é culpa dos servidores, porém, isso não é verdade! Essa crise é resultado de corrupção, isenções fiscais, inadimplência dos grandes devedores, e uso indevido dos recursos públicos.
Vale destacar que, nos momentos de crise econômica, é o salário do servidor público que diminui os impactos da crise, uma vez que nossa economia precisa do consumo para se manter, e o consumo do servidor público ajuda a garantir a manutenção de vários empregos nestes momentos sombrios.

RESPEITEM E DEFENDAM O SERVIÇO PÚBLICO E SEUS SERVIDORES!

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